Salvador - Fora da água pela 2ª vez

Olá,

Saudações da família Planckton!

Salvador é uma festa. A vida do cruzeirista por aqui é bastante agitada. Muitos barcos chegando e saindo, subindo e descendo a costa. Logo na nossa chegada fomos recebidos pelo Surazo, que nos ajudou na atracação, e o Animamare. Eles estão agora subindo juntos até o Panamá. No Anima alguns petiscos para acompanhar o vinho e muita história para contar! A pena é que eles foram embora no dia seguinte...Salvador é uma festa. A vida do cruzeirista por aqui é bastante agitada. Muitos barcos chegando e saindo, subindo e descendo a costa. Logo na nossa chegada fomos recebidos pelo Surazo, que nos ajudou na atracação, e o Animamare. Eles estão agora subindo juntos até o Panamá. No Anima alguns petiscos para acompanhar o vinho e muita história para contar! A pena é que eles foram embora no dia seguinte...

Mas a festa continuou. Fizemos churrascos, fomos a praia, restaurantes, pelourinho, sorveterias. Reencontramos amigos baianos. Tudo isso para recarregar as energias para a pintura do fundo. Já tínhamos a nossa reserva para subir o barco na Baía Marina, e queríamos fazer o trabalho o mais rápido possível, pois a diária lá não é brincadeira. Contamos com muita ajuda. A Andréa (tochegando), além de nos fazer visitas deliciosas, sempre com um petisco a tira-colo, nos alugou a carro dela e um flat no Sol Victoria Marina. Ficamos super bem instalados, com direito a piscina e trampolins para pular no mar! O Kan Chuh e o Marcelo Brocchini também nos ajudaram correndo atrás e materiais que faltavam para a pintura. Até o Messias, lá do Guarujá nos deu assistência por telefone, para ajudar a decidir o que fazer com o enorme arranhão que ganhamos em Marau. E a Internacional que, através do Sylvestre nos apoiou com as tintas intermarine!! Super obrigado a todos!



Mas o braço direito da Fabio foi mesmo o Marcelo, nosso tripulante cozinheiro, massagista, bikerboy e pintor de fundo de barco! Trabalhou duro ao lado do Fabio, e sempre que precisava pegava sua super-bike e corria atrás de material. E ainda levou nossa roupa para lavar na casa da tia Maria Helena. Aliás, uma família linda, que vamos sentir saudades!

Tirar o barco da água é sempre emocionante, mas dessa vez foi demais... Enquanto esperávamos o travel eu lavava as últimas louças, para deixar tudo em ordem, de repente senti um movimento diferente, e... "- Fa, o que aconteceu? Já estamos subindo?! Mas eu queria descer..." "-Eu também...". Pois é, o absurdo foi que subiram o barco com todos nós em cima! Eu agarrei o Igor e fiquei sentadinha no cockpit procurando pra ver se o anjo da guarda estava por perto... como sempre, ele estava!

Na marina tem vários restaurantes, mas a dica é procurar nos labirintos internos o restaurante dos funcionários, um PF excelente e baratinho.

A volta para a água foi marcada com a festa de aniversário do Marcelo e a sua mudança para o Saga, com quem irá até o Suriname! Acho que ele gostou dessa vida de biker-navegante!

No mais, fomos ao mercado do Rio Vermelho abastecer de quitutes nordestinos. (manteiga de garrafa, tapioca, cocada e afins). Fiquei até emocionada com tantas frutas e verduras lindas e cheirosas e andava pelas bancas como uma criança em loja de brinquedos. "- Que brócolis lindo! Ah tem manjericão!". Cada um com suas maluquices, né...

No feirado de 7 de setembro o Walter, nosso novo tripulante chegou. Estava tudo pronto e zarpamos. A idéia era parar em Carneiros-PE e de lá ir direto para o Cabanga. Mas ... com vento NE de 20 a 25 nós, algumas rajadas batendo 28 nós, e o barco andando a agoniantes 4,5 nós de média, com muitos sprays lavando quem estava no turno no cockpit... foram 65 horas até conseguirmos chegar na altura de Maceió, e mais uma vez sem querer, paramos lá para descansar, comer e recomeçar a viagem no dia seguinte. O Walter pediu desculpas e foi de carona no primeiro barco de pesca que passou por perto... ficamos preocupados, mas logo soubemos que chegou bem em São Paulo.

De Maceió até o Cabanga foi ótimo, em comparação com o trecho anterior, foram mais 25h e logo estávamos atracados (e encalhados) no piscinão do Cabanga.

Próximo: Refeno - a Regata
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